terça-feira, 27 de setembro de 2011

Terra Sergy em Gararu com Leônidas Carvalho 26-04-2008




terça-feira, 13 de setembro de 2011

Fatos que aconteceram no 7 de setembro de Gararu


O desfile de 07 de setembro de 2011 da cidade de Gararu teve início as 15:00, foi um dos mais belos desfile que o município já viu em toda sua história e isso mostra mais uma vez o compromisso que Prefeito Municipal João Francisco Albuquerque de Oliveira  e o Secretário de Educação Aron de Melo Aragão têm com o nosso município de Gararu, porém

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Valduilio Vieira da Rocha

         Valduilio Vieira da Rocha, Mestre - Nasceu em Gararu- Sergipe, em 01/10/1954, seus pais: Pedro Vieira da Rocha e Maria de Lourdes Santos, os dois falecidos. Iniciou seus estudos de 1965 no Grupo Escolar Monsenhor Rangel, onde concluiu o curso primário na época de 1969 pertencente ao Poder Publico Estadual. Em 1971 - 1974 inicia e termina o Curso Ginasial no Ginásio Regional Professor José Augusto da Rocha Lima, nesta cidade de Gararu-SE. De 1975- 1978, lhe é concedido o diploma de 2º grau, para exercício de magistério, com Habilitação Especifica, adicional em Língua Portuguesa. Graduado em 1987, no curso de Letras com Habilitação em Português, Inglês, Frances e Latim pela Universidade Federal de Sergipe - UFS. Formado em Psicologia, 1996 pela Faculdade Pio Décimo. Pedagogia pela Universidade Federal de Sergipe, UFS em 1991. 

domingo, 7 de agosto de 2011

Raul de Freitas Melro

       Raul de Freitas Melro, Doutor – Filho do Coronel Joaquim de Freitas Melro e D. Maria do Valimento de Freitas Melro, nasceu no dia 14 de agosto de 1889 na vila de Gararu. Fez todo o curso de humanidades no Colégio Diocesano de S. José no Rio de Janeiro; terminado o 5º ano em dezembro de 1907, fez no Liceu Alagoano os exames que faltavam para a matrícula do curso médico.
        Em 1908 matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, recebendo o grau de doutor a 20 do dezembro de 1918. Sem ser especialista, dedicou-se à clínica pediátrica, clinicando em Barra Bonita e Penápolis no Estado de S. Paulo, e Florianópolis (S. Catarina) onde exerceu também o cargo de médico do hospital de Caridade e foi chefe de uma das comissões estaduais de polícia sanitária domiciliar.
       Em 1915, foi nomeado, por concurso, médico veterinário do Serviço de Indústria Pastoril, no Ministério de Agricultura e no mesmo ano Inspetor de veterinária.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

História de Gararu

"Gararu nasceu de um curral de pedras. Município ribeirinho perdeu parte de suas terras para Itabi e Nossa Senhora da Glória."

           A cidade de Gararu, a 161 quilômetros da capital, primitivamente chamou-se Curral de Pedras, em decorrência da grande quantidade de currais construídos com paredes feitas literalmente com pedras. Como aquele terreno era bastante pedregoso, os primeiros criadores aproveitaram as pedras para fazer cercados à beira do Rio São Francisco, onde prenderam seus rebanhos de bovinos, caprinos e ovinos.
     No início do século XVII, segundo historiadores, as terras onde está implantado o município pertenciam a Tomé da Rocha Malheiros, obtidas através de sesmaria de dez léguas, a partir da Serra da Tabanga em direção ao sertão. Outra versão diz que a primeira penetração se deu com os colonos portugueses que foram refugiar-se na serra, fugidos do ataque dos holandeses, iniciado em 1637.
Tempos depois, os refugiados deixaram as terras, que foram ocupadas por uma tribo indígena, cujo cacique se chamava Gararu, nome colocado posteriormente no município. Esses índios teriam sido catequizados pelos jesuítas, possivelmente da missão de São Pedro, fundada no século XVIII.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Fernando Rangel de Melo

Fernando Rangel de Melo, Monsenhor – Filho de João Francisco Rangel e D. Josefa Maria Rangel, nasceu a 30 de maio de 1870 no Curral da Pedras, hoje, Gararu. Recebeu as ordens de presbítero a 9 de outubro de 1892 no seminário de Olinda. Depois de sacerdote inscreveu-se no concurso para a cadeira de Cônego penitenciário, sendo nomeado em 1894 professor de preparatórios e de filosofia do mesmo seminário, até 1890. Em 1897 seguiu para S. Paulo onde também ensinou teologia e moral.  
Querendo aperfeiçoar os seus estudos, transportou-se para Roma matriculando-se no Pontifício. Volvendo ao Brasil, fixou residência no Rio de Janeiro, onde tem ocupado cargos de distinção, como sejam: – Vigário Geral da Arquidiocese do Rio de Janeiro, do qual pediu dispensa em setembro de 1919, e por diversas vezes Governador do arcebispado. Notável orador sacro e um dos mais cultos membros do clero brasileiro é doutor em filosofia, direito e teologia pela Universidade Gregoriana de Roma. Faleceu em 1930 no Rio de Janeiro.

sábado, 18 de junho de 2011

ForróPorco da Lagoa do Porco - Gararu-Sergipe



sexta-feira, 10 de junho de 2011

Nomes dos Patronos das Escolas de Gararu

NOMES DAS ESCOLAS
LOCALIDADE
Escola Municipal Antônio Luiz de Almeida
POV. CORONHA
Escola Municipal Assentamento II
POV. CACHOERINHA
Escola Estadual Monsenhor Rangel
PC PRES MEDICI Nº 31
Escola Municipal Assentamento Monte Santo
POV. MONTE SANTO Nº
Escola Municipal Manoel Guilherme dos santos
POV. CABECA DO BOI
Escola Mul Padre J. Tomaz de Aquino Menezes
RUA 15 DE MARCO Nº
Escola Municipal Domingos Alves de Souza Melo
POV. BRANDAO
Escola Municipal Joao Antônio dos Santos
POV. TIJUCO
Colégio Est Nelson Resende de Albuquerque
POV. SAO MATEUS
Escola Municipal Jose Inácio de Resende Silva
FAZ. BELO HORIZONTE
Escola  Municipal Maria Estelita de Resende
POV. OURICURI
Escola Munl Maria da Conceicao Souza Pinto
POV. VARZEA NOVA
Escola Mul Prof.  Maria Salvelina de Lima
POV. SAO MATEUS
Escola Municipal Luiz mota
POV. LAGOA PRIMEIRA
Escola  Municipal Ana Maria de Resende
POV. GIBOIA
Escola  Municipal Antônio Freitas Melo
FAZ. BARRIGUDA
Escola  Mul Antônio Manoel Castor de Melo
FAZ TANQU DA PEDRA
Escola Municipal Aureliano Carlos de Araújo
FAZ CACHOEIRGRANDE
Escola Municipal Dr. Oliveira Ribeiro
POV. LAGOA RASA
Escola Municipal Elysio Araújo
POV. POCO DA VOLTA
Escola Municipal Ezequiel Dias
FAZ. MONTE SANTO
Escola  Municipal Intendente Antônio Jorge
FAZ. LAGOA DO TUBI
Escola Municipal Joao Batista da Mota
FAZ. CERQUINHA
Escola Municipal Joao Cardoso de Menezes
POV. MANGEROMA
Escola Municipal Joao Vieira Dantas
POV. PIAS
Escola Municipal José Cruz
POV. LAGES
Escola Municipal Miguel Arcanjo dos Santos
POV. GOLFINHOS
Escola Municipal José Vieira de Resende
POV. LAGINHAS
Escola Municipal Julieta Araújo
POV. BELA VISTA
Colégio Estadual Prof. Jose Augusto da R. Lima
RUA JACK DE FIGUEIRE
Escola Municipal Miguel Resende
FAZ. JOAO PEREIRA
Escola Municipal Monsenhor Antônio de Freitas
POV. OURICURIZEIRO
Escola  Municipal Olavo de Menezes Matos
FAZ. MONTE ALEGRE
Escola Municipal Porfirio Fausto de Matos
POV. MACACA
Escola Mul Maria das Dores Melo Mae Dadinha
POV. OITEIRO
Escola Municipal Silvestre Vieira de Matos
POV. JARAMATAIA
Escola Municipal Messias Alves da Silva
POV. LAGOA FUNDA
Escola Rural Povoado Oiteiro
POV. OITEIRO
Escola Municipal Jose Maria de Resende
POV. LAGOA DO PORCO.
Escola  Mul Manoel Honorato de Albuquerque
POV. GENIPATUBA
Escola Municipal Edmundo V. Cunha
POV. SAO JOAO

sexta-feira, 27 de maio de 2011

José Thomaz de Aquino Menezes

           José Thomaz de Aquino Menezes, Padre – Filho de Misael da Graça e Maria Joaquina de Menezes, nasceu a 7 de março de 1889 na vila de Gararu. Fez seus estudos no Seminário de Olinda onde recebeu o Presbiterato em 16 de novembro de 1913, e a 27 de novembro do mesmo ano celebrou sua primeira missa na matriz da cidade de Gameleira no Estado de Pernambuco. Em 5 de março de 1908, quando ainda cursava Filosofia, fez o seu primeiro sermão na capela do dito Seminário, sobre Santo Thomaz de Aquino no tríduo que precede a celebração da festa que todos os anos ali se faz em honra do Angélico Doutor. 
        De 1908 até a data de sua ordenação lecionou sucessivamente português, latim, história universal do Brasil na legendária casa de formação eclesiástica, e, ainda, história natural e latim no colégio Diocesano daquela cidade no ano de 1913. Em 8 de janeiro de 1914 foi nomeado coadjutor de Goiana, Estado de Pernambuco, freguesia que passou a dirigir na ausência do respectivo vigário. Nessa cidade fundou com o Rvmo. Pe. Silvino Guedes, o Colégio D. Luiz no qual trabalhou até 4 de janeiro de 1916, data em que foi chamado para reger novamente uma das cadeiras do Seminário, onde foi um dos mais prestimosos lentes. Manifestando desde os primeiros anos gosto pela poesia, nota-se nos seus versos prodigiosa imaginação, revelada em estilo simples e harmonioso. Entre as suas melhores produções apontam-se os sonetos: Mãe, Sub vesperum, Despedida, Saudade, 13 de maio e A Mãe do Jangadeiro, que o leitor apreciará: 

Ela de longe mesmo conhecia 
A vela branca da jangada e quando 
Do coqueiral, a tarde, o vento brando 
As palhas balouçava e o sol morria... 

Mãe, ela vinha ver se descobria, 
Entre as velas que, o verde mar cortando, 
Iam à praia aligeras chegando, 
E que por ser do filho ela queria. 

E uma tarde veio... As vagas tanto 
Nunca ouvira chorar; tão negro manto 
Nunca estendera a noite assim no céu! 

A jangada tardava... Filho!... Vela!... 
Pôs a gritar a pobre; e aos pés dela 
Uma das ondas murmurou: Morreu! 

        Quando o Brasil acompanhando as nações aliadas entrou no flagelo que foi a guerra européia, a mocidade do Amazonas em uma reunião solene a que ele assistia como representante da autoridade eclesiástica, o aclamou seu intérprete e nessa ocasião ele fez a sua “Oração à Pátria”. Nas festas que a colônia sergipana promoveu na passagem da gloriosa data da emancipação de Sergipe, foi o Pe. Thomaz de Aquino escolhido pelos seus conterrâneos para o orador. 
          Exerceu conjuntamente os cargos de Secretário do Bispado e Cura da Catedral de Manaus e nesse caráter celebrou missa numa das praças de Manaus, tendo de falar à multidão por ocasião das festas do primeiro centenário da Independência. No Ginásio Amazonense dirige a cadeira do Latim para a qual foi nomeado depois de concurso público em 9 de novembro de 1920. Militando na imprensa tem colaborado na “Tribuna Religiosa”, em Pernambuco e em outros jornais e revistas do País, e foi um dos fundadores do “Pão da Vida”, “Revista Eucarística” que saiu do Seminário de Olinda em 1916. Tem usado os pseudônimos Gil do Valle, X. Pio, além de outros de ocasião. Faz parte do Instituto Histórico e Geográfico do Amazonas, como de algumas Sociedades eclesiásticas e civis. Tem inéditas algumas poesias, sermões, discursos e orações patrióticas. 

Escreveu: 

– Dias de Glória: dialogo levado à cena no palco do Seminário de Olinda em 1911, quando ainda o autor estudava Teologia. Inédito. 
– O Latim na História. Lexiologia Latina: trabalho de Concurso à Cadeira de Latim do Ginásio Amazonense. Manaus, 1920, 70 págs. in. 8º. Oficinas Gráficas da Papelaria Velho Lino, de Lino Aguiar & Cia. Irmão. Nesse trabalho apresentou uma monografia sobre a morfologia latina. 
– Oração congratulatória pronunciada em público por ocasião da adesão do Amazonas à Independência do Brasil. 7 de setembro de 1922.

Fonte: Dicionário Biobliográfico Sergipano, de Armindo Guaraná. Pedro Souza, todos os direitos reservados.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Festa do Santo Cruzeiro 108 de Tradição

Surgimento do Cruzeiro 

Cruzeiro Atualmente; Crédito FREITAS,Daiane.
       Segundo fontes de pesquisa, no ano de 1903, inicio do século XX, foi levantada uma cruz de madeira no ponto mais alto da cidade, que foi trazida da Faz. Aldeia, cujo dono era o Sr. Vicente Ferreira de Aragão, cravada neste lugar em que 10 de maio. E conforme registro feito no livro de Tombo da Paróquia de Gararu pelo Padre Antonio Regis, datado em 1930, o motivo a se instalar o cruzeiro foi em virtude da promessa feita pelo vigário da época a fim de livrar a paróquia dos perigos do banditismo e cangaceiros.                                                                          
           Em comemoração a este grande evento, acontecia na véspera, uma enorme festa social na Praça Rio Branco, onde lá existiam barracas com diversas iguarias típicas, além de grandes sanfoneiros da região o que animavam a festa. É importante destacar, que antes da presença do automóvel, o povo chegava a carros de boi, montados em cavalos, jumentos e outros a pé, estes que quando iam subir ao cruzeiro, levavam os calçados nas mãos.