domingo, 7 de agosto de 2011

Raul de Freitas Melro

       Raul de Freitas Melro, Doutor – Filho do Coronel Joaquim de Freitas Melro e D. Maria do Valimento de Freitas Melro, nasceu no dia 14 de agosto de 1889 na vila de Gararu. Fez todo o curso de humanidades no Colégio Diocesano de S. José no Rio de Janeiro; terminado o 5º ano em dezembro de 1907, fez no Liceu Alagoano os exames que faltavam para a matrícula do curso médico.
        Em 1908 matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, recebendo o grau de doutor a 20 do dezembro de 1918. Sem ser especialista, dedicou-se à clínica pediátrica, clinicando em Barra Bonita e Penápolis no Estado de S. Paulo, e Florianópolis (S. Catarina) onde exerceu também o cargo de médico do hospital de Caridade e foi chefe de uma das comissões estaduais de polícia sanitária domiciliar.
       Em 1915, foi nomeado, por concurso, médico veterinário do Serviço de Indústria Pastoril, no Ministério de Agricultura e no mesmo ano Inspetor de veterinária.
       Em 1916 foi encarregado do Instituto Pasteur, anexo à Inspetoria Veterinária, Diretor Técnico do Porto Vacinogênico de S. José em 1917, prestou serviços médicos, gratuitamente, por ordem superior em 1918 no Patronato de  Anitápolis (S. Catarina), por ocasião da Pandemia de Gripe. Aí residiu de 1915 a 1919, quando transferiu sua residência para Maceió, em 1920, onde foi em 1921 nomeado Delegado do Serviço de Indústria Pastoril e Inspetor veterinário do porto de Maceió. Em Florianópolis foi ex-interno das clínicas: oftalmológica, otorrino-laringológica, pediatria e higiene Infantil, no Hospital de crianças.                                 
Foi 1º secretário da Sociedade de Medicina, de Florianópolis e professor catedrático de Histologia do “Instituto Politécnico” da mesma cidade. 

Escreveu:  

– Anemia do tipo clorático na primeira infância: dissertação. Proposições. Três sobre cada uma das cadeiras do curso de ciências Médico-Cirúrgicas. Tese apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 6 de novembro de 1918 e defendida no dia 20 de dezembro de 1913. Rio de Janeiro, 1913, 77 págs. in. 8º. Tipografia Besnard Fréres.
             – Memória sobre a freqüência de cálculos visicais na criança: série de artigos para o 2º Congresso Americano da Criança” de Montevidéu e o Instituto Pasteur.
 Publicado na 1ª Revista da Sociedade de Medicina de Florianópolis em 1919.
                                                                                       
Fonte: Dicionário Biobliográfico Sergipano, de Armindo Guaraná.

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